Advocacia para proteção das mulheres

Bullying e Ciberbullying

Atuar com crianças e adolescentes é pauta prioritária no meu trabalho, porque é uma questão social. Dentro disso, bullying e cyberbullying são assuntos muito sérios e é preciso que as famílias saibam agir de forma rápida, com orientação jurídica objetiva, buscando negociação e soluções para que os danos sejam averiguados e reparados.
BULLYING E CIBERBULLYING

Violência digital;
Pornografia de vingança (divulgação de fotos íntimas);
Ataques de ódio na internet.

Atendemos apenas mulheres

Cis e Trans

Sobre

Nós

Meu escritório é o primeiro escritório de advocacia feminista do ABC Paulista, situado em São Bernardo do Campo, fundado em 2019. Antes disso, o escritório ficava em Lauro de Freitas, Bahia, e eu atuo com a proteção aos direitos das mulheres há mais de 10 anos, sendo membra da Comissão de Proteção aos Direitos da Mulher da OAB e integrante de diversos coletivos que lutam pela emancipação feminina.

Sou uma advogada feminista.

A advocacia feminista traz um novo olhar e uma nova escuta diante da narrativa de Justiça para mulheres. As leis são as mesmas, as histórias ora são semelhantes ora não. A certeza que se tem é que quando se é mulher, sua voz será invalidada.

Como se para ter Justiça fosse necessário provar o dobro – ou pagar o dobro também. Isso porque vivemos em uma sociedade patriarcal que invisibiliza os problemas das mulheres, emudece suas vozes, quando não as torna vítimas mais uma vez para fazer valer o que se coloca como Justiça.

O olhar de uma advogada feminista é diferenciado. Mas em qual sentido? No recorte de raça, gênero e classe. A forma de ouvir essa mulher, os detalhes da história, da narrativa, como toda essa história aconteceu e de desenvolveu. O olhar muda. O sistema, muitas vezes, não, serei sincera. É burocrático, pede tempo e paciência e não favorece.

Mas dentro do real, ele é o que se mostra como possibilidade muitas vezes de segurança e do que é justo.

Eu sou Natalia Veroneze. Uma advogada que luta pelas mulheres, com recorte de raça, classe e gênero.

Só uma atuação jurídica feita por mulheres e para mulheres, com teses e um olhar diferenciado e humanizado pode acabar com a epidemia da violência contra a mulher no Brasil.

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